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Qua 03 Mai 2017

Hilton assume administração de hotel em Copacabana (RJ) e projeta expansão no mercado brasileiro

Juan Jose Gonzalez, vice-presidente de Operações da Hilton na América do Sul, Laura Castagnini, gerente geral do hotel de Copacabana, e Tom Potter, vice-presidente de Operações para América Latina e Caribe (foto: Filip Calixto)

Algo mudou no detalhe dos prédios já famosos da orla de Copacabana. O maior deles, um com mais de 30 andares, agora exibe a marca Hilton em sua fachada. A mudança ocorreu ontem (2), quando a companhia norte-americana assumiu de maneira oficial a adminsitração do edifício que abriu como Le Meridien e foi Windsor até dias atrás. A substituição de companhia gestora ocorreu depois que o fundo Blackstone adquiriu o prédio, em março. Sendo assim, o estabelecimento passa a ser o segundo Hilton carioca e deve simbolizar uma sequência de aberturas da empresa no País.

Propriedade que reúne 545 apartamentos, o Hilton Rio de Janeiro Copacabana carrega ainda um simbolismo importante: é o centésimo hotel da companhia na América Latina. A marca centenária ensejou um café da manhã realizado hoje (3) com executivos responsáveis pela região. Eles oficializaram o início das operações e deram as boas vindas à moda Hilton. 

"É uma abertura que traduz nosso interesse em crescer e se fazer ainda mais presente na região. Acreditamos na América Latina, no Brasil e no Rio de Janeiro como destino interessante para fixar nossa bandeira", afirma Tom Potter, vice-presidente de Operações da corporação para os mercados da parte latina da América e do Caribe. O discurso do executivo está alinhado com o da mais alta cúpula da organização que, em nota à imprensa, falou em solidificar seu comprometimento com o destino por meio da inauguração.

Com a incorporação do empreendimento de Copacabana, a empresa chega agora a marca de 17 mil quartos no continente e nove marcas, sem contabilizar outros 70 projetos de empreendimentos que existem para a região. 

Em Copacabana, a Hilton tem um contrato de gestão de 20 anos e expectativas elevadas a respeito da unidade. As projeções preliminares antecipam que a ocupação do meio de hospedagem deve ser, até dezembro, de 56% com tarifas a partir de R$ 600.

O hotel está num edifício construído em 1975 e completamente renovado em 2011. Os apartamentos contam com máquinas com cápsulas de café e chá de cortesia, smart TVs, rádio relógio com conexão bluetooth, cofre e minibar. Nas áreas comuns existem duas piscinas, uma delas com vista 360º para três dos principais pontos turísticos da cidade – a Praia de Copacabana, o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar -, spa e serviço de praia à beira mar. 

São dois restaurantes e três bares que oferecem opções para café da manhã, almoço e jantar. No centro de convenções são 36 espaços flexíveis para até 500 convidados, ideais para banquetes, encontros corporativos e eventos especiais.

Num primeiro momento, a nova gestão não realiza obras significativas na unidade. Aos poucos, no desenvolvimento do ano, a empresa pretende implantar algumas práticas de sua rotina sustentável e modificar configurações em áreas comuns e no lobby. Laura Castagnini, gerente geral que assumiu recentemente a função, fica responsável por conduzir a implantação.

Serviço
hilton.com

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